MICROSEMIOTICA IRIDIA - IRIDOLOGIA -SÃO PAULO

MICROSEMIÓTICA OFTÁLMICA - IRIDOLOGIA

É uma Ciência que tem como objetivo o estudo da íris e a sua relação com as alterações que ocorrem no nosso organismo, sejam elas orgânicas, metabólicas, nutricionais, nervosas, hormonais, psíquicas e emocionais.

O olho humano é o 2º órgão mais complexo do corpo humano (a seguir ao cérebro) e o seu desenvolvimento aparece nos primeiros 22 dias de idade do embrião e continuarão a se desenvolver durante quase toda a fase de gestação até completar milhares de ramificações que se ligam todas as partes do corpo humano. Qualquer anomalia ou alteração de qualquer parte do corpo, é refletida na Íris (através de pequenos sinais, formas, texturas, colorações) a Microsemiótica Oftálmica é um método utilizado para interpretação dessas alterações.

O Microseometista Oftálmico através da terapia Floral Flor de Iris busca reorganizar emoções que possam desencadear desequilíbrios , trazendo assim uma perfeita harmonia entre corpo, mente, espirito.

 

A Iridologia é uma ciência investigativa que dedica suas pesquisas aos sinais que apresentam na Iris dos olhos, e a relação com as características físicas e emocionais do indivíduo.

É a ciência da leitura da Iris do olho. È possível mediante esta ciência, através de observação da Iris do olho, verificar onde está impressa toda a constituição do indivíduo e como este vêem se comportando fisicamente, mentalmente e emocionalmente ou o que esta realmente ocorrendo em seu organismo. A Iris revela a constituição do corpo físico e debilidades.

A iridologia é uma ciência-arte cujo método propedêutico permite, através da íris, conhecer num dado momento, a constituição geral e parcial do indivíduo, bem como os estágios evolutivos, agudo, sub agudo, crônico e degenerativo das alterações que acometem um ou mais órgãos, ou o organismo como um todo. Tudo isso se expressa e é refletido na íris, através de uma topografia, onde cada órgão encontra-se representado em um ou mais mapas iridológicos, permitindo uma abordagem completa do ser vivente. (BATELLO, 1999; JENSEN, 1992; DEMEA, 2005).

Sistema Introdutório de anamenese que possibilita a leitura da Iris e suas características hereditárias.

É um técnica não invasiva, sendo feita a partir do exame da Iris dos olhos, sem contra-indicação, em qualquer pessoa. Não é doloroso, sem seqüelas ou cuidados antes ou depois, sendo uma técnica livre, qualquer profissional de saúde habilitado que tenha conhecimento especial e formação técnica pode utilizá-la.

Utilizando-se a Iridiagnose, pretende-se colaborar para uma melhor eficácia na terapêutica individualizando cada tratamento, obtendo-se melhor resultado nos tratamentos, ocorrendo menos agravações e com isso resultando melhoras mais favoráveis para o paciente.

O simples exame da Iris pode estabelecer o estado de saúde de cada indivíduo, bem como avaliar sua personalidade. É uma análise não invasiva que vêem se constituindo em importante apoio a medicina tradicional.

Segundo Jensen (1992), iridologia é uma ciência por meio da qual o profissional define pelas marcas e sinais encontradas na íris do olho, as condições reflexas dos órgãos do corpo. Em outras palavras, é a ciência que determina etapas agudas, sub agudas, crônicas e degenerativas nos órgãos enfermos, mediante o exame das áreas correspondentes que existem na íris, na qual se podem observar também os depósitos de drogas, as debilidades inerentes e os hábitos de vida de um paciente no que diz respeito a sua alimentação, especialmente se ela é constituída de alimentos que favorecem ou impede o perfeito funcionamento gastrointestinal.

A iridologia revela as características inerentes dos tecidos de um órgão; mostra as mudanças tecidulares resultante de tratamentos adequados ou incorretos; é uma verificação do médico e do paciente acerca da melhoria que este tem experimentado; é um conhecimento dos sinais da enfermidade que se complementa com hábitos naturais de vida que promovem a saúde e erradicam as condições patológicas.

Para John Andrews, iridologia é uma combinação de ciência e arte de analisar a íris, onde nela encontra-se a projeção de um mapa do corpo e de seus vários sistemas com suas debilidades inerentes e sua condição atual de funcionamento, bem como a interação entre os diversos sistemas do organismo. Segundo Andrews, a iridologia ajuda a identificar os caminhos subjacentes de uma circunstância, de maneira que um paciente pode atentar para a avaliação pela iridologia não como "um diagnóstico completo”, mas como um meio de localizar as causas de um problema e aprender como estes podem ser tratados ou equilibrados.Ainda segundo Andrews, muitas pessoas recorrem a iridologia com situações crônicas de muitos anos, como em casos de constipação intestinal, artrites ou eczemas. Já uma pequena porcentagem busca a iridologia em um estado de saúde, buscando assim permanecer, ou seja, recorrem a esta ciência como um método preventivo. Aliás, Andrews ressalta ser este o principal papel da iridologia, uma técnica que vai à frente, onde é possível identificar as tendências e predisposições genéticas pessoais e o grau de risco daquele individuo. A iridologia pode freqüentemente revelar a causa de um distúrbio e de muitas outras situações que no paciente apresenta uma multidão de sintomas, o que muitas vezes confunde o diagnóstico convencional.

John Andrews tal como outros nomes da iridologia também reconhece que esta ciência não é uma panacéia. Ele aponta as limitações da iridologia, ou seja, o que ela não pode revelar: Infecções bacterianas, infecções fungosas, parasitas, cálculos biliares e renais, gravidez, cirurgias ou extração de órgãos, tempo de vida de uma pessoa, etc. Mas argumenta Andrews que, embora muitos considerem a iridologia como algo místico ou parte do ocultismo, ela tem um potencial enorme quando praticada corretamente.

Vários países da Europa, na Ásia e também nos Estados Unidos já existe trabalhos científicos que mostram a importância da Iridologia como um método que vem colaborar muito com o médico na elaboração do quadro clínico do paciente. Se pesquisarmos na literatura especializada, vamos encontrar monografias de graduação no ensino superior, dissertação de mestrado e até tese de PhD em cima da validação da iridologia.

Outra área em que se está explorando as informações contidas na íris é a da segurança, pois já se constatou que a íris tem cerca de três vezes mais caracteres do que a digital, portanto uma fonte muito mais rica de informação, podendo ser usada na identificação de pessoas. Já existe em caráter experimental em alguns aeroportos da Europa, como em Londres e Amsterdã, um sistema de identificação de pessoas ­­­­­­através de um software que tira a foto da íris e deixa registrado ali para futuras identificações.

No Brasil, está em andamento um projeto conhecido como Glucoíris, onde é usado um equipamento desenvolvido pelos pesquisadores do Laboratório de Metrologia e Automatização (LabMetro) em parceria com o Instituto de Engenharia Biomédica, ambos da UFSC(Universidade Federal de Santa Catarina) para quantificar a glicemia através da alteração de cor da íris. Já existe até uma dissertação de mestrado na Escola de Engenharia de São Carlos, na Universidade de São Paulo realizado o ano passado (2007), onde a autora Deise Mota Alves faz a sua fundamentação teórica na qual já reconhece a iridologia como uma ciência que colabora em muito com a medicina convencional na avaliação do estado de saúde das pessoas.

Antes de apresentar sintomas, processos viróticos ou não, sabemos que tudo começa com desequilíbrio do organismo que poderá evoluir afetando um ou mais órgãos e funções. Diante disso, quando iniciamos com prevenção na fase pré-sintomática podemos iniciar com procedimentos terapêuticos que impeçam o alastramento daquele desequilíbrio evitando-se a evolução para a doença


O QUE A IRIDOLOGIA PODE OU NÃO FAZER

o exame da iris mostrará situações na fase aguda que é o estágio mais precoce da desordem funcional identificável revelada na íris e é percursora de problemas mais graves se não for tratada. Uma inflamação pode ocorrer como manifestação secundária ou reflexa, de um problema em outro local do corpo que geralmente será revelado na íris. Em estágios mais avançados, a infalamação poderá aparecer na iris como cinza (subaguda), cinza escuro (crônica) ou preto (degenerativo). A iridologia não pretende identificar as doenças. não estamos de nenhuma forma sugerindo que a iridologia pode ou deve ser usada para diagnosticar uma doença específica. O termo mais correto é sugerir que o alvo da iridologia é a identificação das causas de desequilíbrio do corpo e as condições tissulares que assinalam a existência ou potencial de desenvolver uma abordagem. A iridologia é uma forma para orientação da saúde e não para a doença. Como já falamos a IRIDOLOGIA é uma ciência que revela as cond~ições de saúde e determinadas fraquezas, e também nos mostra uma visão geral do que esta ocorrendo no organismo de uma pessoa de acordo como o que ela vive. Aprendemos que o olho é como o espelho da alma e a janela do corpo permitindo desta forma visualizar estados normais e anormais dentro do corpo e dos orgãos.


O QUE A IRIDOLOGIA NÃO FAZ
Não diagnostica doenças, analisa condições reflexas na íris que é um processo totalmente diferente
Não evidencia operações cirúrgicas e no caso de um órgão removido a íris registra a condição anterior a cirurgia
Não revela gravidez
Não revela pedras na vesícula e rins
Não identifica patologias
Não identifica presença de vírus, parasitas, ou invasões bacterianas
Cisto der ovário, não existe nenhum sinall específico na iris para detectar este proble,a no organismo
Hanseanise (lepra) - tem casos que nao aparece
Hiper ou Hipotireoidismo - através da iris podemos ver níveis de toxidade da tireóide, mas para saber se é hiper ou hipotireoidismo somente através de exame de sangue
Impotência sexual é um distúrbio e não uma doença (inflamação e pus)
Lesão superficial na pele
Mau de Alzeimer
Mau de Parkinson
Perfuração acidental de tímpano, Quando o indivíduo nasce com tendência a romper o tímapno haverá um sinal na área correspondente, mas se for um acidente não aparecderá na iris
Quebra de osso, pode não registrar - só será registrado se algum tendão for lesado




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