A IRIDOLOGIA É VERÍDICA
ARTIGO POR ÂNGELO MÁRIO ALMEIDA DOS SANTOS 
Iridologia cresce na aceitação da opinião pública e científica
Não o 
mais pergunto ou questiono, afirmo é verdadeira e eficiente os métodos empregados através da Irisdiagnose na Iridologia. Essa ciência, hoje, reconhecida como "método científico evasivo e propedêutico", ou seja, um método que não faz mal ao cliente e um método que está em evolução quanto aos seus métodos e técnicas de análise através da íris do olho.

Estive por algum momento duvidoso, cético e, porque não, afinal é pouco conhecido no Sistema Único de Saúde, mas, antigo método de diagnostica e analisar as predisposições genéticas provocadas por enfermidades. Desde a Medicina Antiga Egípcia registrada através do Livro de Número, capítulo 21, versículo 20, onde se empregava avaliação da saúde e resistência orgânica do Sacerdote eleito para o mais difícil cargo da época. Moisés avaliava os candidatos a Sacerdote, também, através do "sinal de belida", este sinal é manchas esbranquiçadas em volta da íris, hoje, conhecido como "rosário linfático". Porque é muito parecido com as contas de um rosário, bem como, está presente na área do Sistema Linfático, onde está as defesas através dos Hematófagos, estas células tanque de guerra criadas e reproduzidas para combater vírus, bactérias e fungos nocivos ao bom funcionamento do corpo humano.

A Iridologia não é ciência oculta. Emprega-se método científico, estudado, registrado ao longo dos anos com sua eficiência, quando Ignaz, médico hungaro, percebeu que - após sua coruja de estimação ter quebrado uma das suas pernas, apareceu um sinal no olho do seu pássaro. E, na medida que iria se cicatrizando a luxação ou a fissura, o sinal no olho iria desaparecendo, ou seja, a sua pigmentação iria ficando mais suave. A partir de então, o médico Johnson, americano, desenvolveu e aprofundou os estudos da Irisdiagnose, que hoje, também entrou no campo do comportamento humano. Criando assim a Iridologia Comportamental.

Na medida que fui estudando, percebi que, pessoalmente, era cético aos Laudos Iridológicos, porque o Iridologista informava que a íris tinha cor marrom, do tipo hematógena, e que o comportamento da pessoa, detectada, através da íris - era do tipo corrente e aquele tipo de pessoa era agitada, gostava de desafios, não adaptável a rotinas, bem como, facilidade de adaptação a várias profissões. E, depois passava a descrever as predisposições as enfermidades que o cliente viria a se desenvolver por ter comprometido o órgão de choque do corpo humano do cliente, descrevendo o passado, presente e futuro daquela cliente no que diz respeito a sua saúde.

Ao meu ver aquele Laudo Iridológico parecia algo muito além da Medicina Moderna. Eu mim questionava se seria possível decrivar o holograma humano, se o Criador teria deixado um mapa para entender melhor a saúde da sua mais inestimável criação - o ser humano. E na arte do questionamento, deixei a leitura teórica e fui exercer a Iridologia, começando na cidade de Guarulhos, especificamente no bairro de Pimentas. Ali descobrir, não eu, cada Laudo Iridológico que expedia o cliente informava que era VERÍDICO E EFICAZ A IRISDIAGNOSE DA IRIDOLOGIA. E mais de quarenta pessoas assinaram a declaração confirmando que o Laudo Iridologia expedido por mim era verdadeiro.

Nesse contexto, lembro-me, de uma senhora que estava com nódulo nos seios, e não hesitei em escreve no Laudo Iridológico, a frase - "a senhora está, nesse momento, com nódulos nos seios". Ela acho que estava adivinhando, e disse, - "não senhora é o mapa iridológico, criado há muitos anos através dos médicos naturalistas e cientistas que estudam e estudaram a Iridologia".

Para quem não sabe na íris, depois que fotografamos, podemos detectar com precisão a área afetada seja por pigmentação ou lacunas. O fato é que a Iridologia é lógica, partimos do princípio se a cor da íris é marrom porque tem pigmentação amarelada, avermelhada, alaranjada, entre outros meios para compreender que este ou aquele órgão do corpo do cliente está precisando de desintoxicação.
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